Estou no meio de uma viagem. Viajar é sempre fantástico. Aquela coisa toda de conhecer novos lugares e encontrar figuras marcantes pleo caminho. Fazer isso na companhia de grandes amigos entao, nem se fala. Comigo nesta trip, os paraibanos Alex Maia e Rinah Souto: riso garantido.
Passamos por Frankfurt (comemos salsichao – lá ele! -, óbvio), Budapest (ainda nao sei bem como definir a cidade, mas gostei muito) e Munique (que é linda, mas mesmo que nao fosse, tem cerveja. Mentira, tem muita cerveja. É a terra da cerveja. É cerveja de todo tipo. Tem a cerveja mais antiga do mundo. As cervejas sao boas. E a Franzsiskaner é barata. E a caneca de um litro que eu peguei emprestada no Biergarten está pesando muito na mochila e acabando com minhas costas, mas vale o sacrifício…).
Ainda passaremos por Cracóvia (para ver o resquícios de Awshiwtz – é assim que escreve? ), Praga, Berlim e Amsterdam. Se der, uma parada em Colonia, para o maior festival de reggae da europa.
Hoje, estou em Viena. Ontem, vi aqui, aqui mesmo, a final da Eurocopa 2008. E aí, bem…e aí…
Valeu Vitinho,
Auschwithz é silenciante. É de doer a goela, de paralisar. É, definitivamente, a residência da morte.
Eu tive visões em Auschwitz. Vi mães e filhos cabisbaixos, magros, sem luz, mortos vivos. Vi carrascos também, e fuzileiros, e cortadores de cabelo. Pisei um chão estranho, regado a sangue de muitos, e não consegui mexer o pés teimosos. Uma sensação que só tive por aí.
Muito insano como tudo aquilo aconteceu.
Que a viagem siga na mais completa aventura.
Na mochila de um sonhador cabe até uma caneca de um litro. Vi as fotos e lembrei de um monte de coisas passadas na alemanha em época de Copa do Mundo. Bom saber que você passa por experiência semelhante.
Ainda vai voltar a Braga? Cuida bem da minha cidade, brow, cidade de aluguel, onde aluga-se sonhos.
Aquele abraço